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Gui Boratto é arquiteto, músico, compositor e produtor de São Paulo. Nascido em 1974, iniciou sua carreira no setor publicitário em 1993. Em 1994 fundou um dos primeiros projetos de música eletrônica nacional. Suas faixas viraram verdadeiros hits e foram tocadas nas principais FMs do Brasil.

Em 1998 montou quatro estúdios de produção na extinta gravadora Paradoxx Music. Por lá realizou diversos projetos junto a DJs brasileiros como Ricardo Guedes e Ferris.

Em 2000 mudou-se para São Francisco na Califórnia, montando assim um pequeno estúdio para iniciar seu novo projeto “Crossover” - um duo formado por Gui e a americana Alyssa Cavin. O hit “Music Will Never Stop” foi executado por grandes nomes, como Pete Tong, da BBC Radio One, a Boy George, o multi-talent da “Ministry of Sound”.

Em 2002, juntamente com Oswaldo Malagutti, montou um setup de produção. O espaço foi hospedado dentro dos estúdios Mosh - um dos maiores estúdios da América Latina. A idéia era, mais tarde, criar um selo voltado exclusivamente para a música eletrônica.

O “click” aconteceu em 2003, quando foi convidado para remixar duas faixas para o aclamado filme “Cidade de Deus”. Com excelente “feedback” na Alemanha, decidiu focar seu trabalho em suas próprias produções.

De 2005 para frente, começou a licenciar suas produções para respeitados selos “underground” europeus, como Plastic City, Circle, entre outros.

A sua forma de fazer música, de uma maneira mais limpa e enxuta, levaram-no naturalmente a ser considerado como um artista de minimal-techno. No entanto, Gui Boratto não deve ser categorizado como um artista de minimal, mas de eletrônico. Talvez, devido a carregadas melodias, muitas vezes pode ser considerado como “emo-techno”, ou seja, um techno mais emotivo. Gui Boratto não é DJ, mas músico e produtor.

 seu primeiro álbum autoral: “Chromophobia”. Delineando uma nova linguagem paralela ao minimal-techno, entregando panoramas mais leves e melódicos a um estilo que desprendía-se a seus progenitores europeus.

Seu primeiro álbum, Chromophobia trazia principalmente uma releitura dos anos 80. O mesmo foi eleito primeiro lugar no ranking dos melhores discos de 2006 da revista Rolling Stone, sendo na mesma edição, nomeado vice-presidente no ranking da melhor faixa de 2006 com o mega-hit “Beautiful Life”.

Take My Breath Away

Dois anos se passaram e muita coisa mudou desde o lançamento de Chromophobia. Atendendo a uma demanda, Gui trouxe o equilíbrio entre o techno e o trance.

Com produções ensolaradas, ele entrega um novo trabalho com enorme sensibilidade. Suas progressões continuam melódicas e os beats extremamente elaborados.

Take my Breath Away” faz um novo pedido e uma nova promessa e garante com segurança que o caminho pelas pistas vai ser realmente de tirar o fôlego. “Take My Breath Away” sai pelo selo 3Plus Music/ST2 no Brasil e Kompakt no resto do mundo.

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